Um blog de crônicas da Barelândia para o mundo!

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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Leseira Baré com Soroche

Penetração ao livro.

A Leseira Baré é um sintoma típico da região da Barelândia provocado pelo excesso de calor e umidade da região associado a imensidão da Amazônia que deixa tudo desassociado e fora de foco criando uma espécie de limbo mental, estágio muito procurado pelos monges do Tibet nas montanhas do Himalaia, mas que na Barelândia tem a dar com pau. É um estado de espirito que deixa a pessoa abestada assim meio que não sei o que não sei o que lá.
O Soroche é também um sintoma, só que provocado pela grande altitude dos Andes que em Cusco ganha esse nome esquisito. O Soroche também deixa o ser humano abestalhado, fora do juízo perfeito. A baixa quantidade de oxigênio da altitude dá uma avariada no cérebro do caboco que associada a Leseira Baré vira um angú de leseira.
Esse pequeno manual de auto ajuda para viajantes é para tentar livrar a alma penada que sai da Barelândia totalmente jaraqui ao nível do mar, e desprevenidamente se lança como um condor nas imensas altitudes andinas, especificamente em Cusco, há 3.400 metros de altitude.
O impacto cultural ao chegar na cidade é chocante.
Um típico Baré batendo de frente com um típico Quechua, sua cor morena, sua indumentária multicolorida tecida por milênios de tradição passada de pais para filhos é de pirar o cabeção de tanta beleza.
Só dá tempo de descer do avião, chegar no hotel, ir para o bar e pedir a primeira cerveja. Quando acende o primeiro cigarro e tenta andar até o banheiro para dar a primeira mijada, sente o primeiro pancadão do Soroche.
O coração pula querendo sair pela goela como se a própria pessoa tivesse dado um pique de três campos de futebol sem sequer aquecer e sem saber.
Até o caboco tomar consciência que aquilo é o Soroche que ele ouviu o seu primo falar ou pesquisou no Google, e que aquela porra vai perturbar a sua vida durante a sua estada nas altitudes, leva mais umas duas ou três cervejas que ajudam a subir a pressão fazendo subir também o Soroche.
Ai fodeu!
Chegar até o hotel na próxima esquina vai ser como atravessar o Saara ao meio dia.
Ai nem reza, nem remedinho, nem folha de coca, nem peidar, nem cagar, nem deitar, nem nada.
A sensação de abandono se apodera do ser humano e se o cabra for frouxo o pânico se instala.
Esse livro vai ensinar técnicas para barezinhos lidarem com o Soroche sem entrar em pânico e também para não desperdiçar espaço, vai ensinar como sair da Barelândia até Cusco pagando e sofrendo menos.
Leseira Baré e Soroche são coisas bem distintas, mas quem convive com uma consegue sobreviver a outra, na boa.
Ou não!
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O vazio ideológico é culpa da Copa, disque!

O cara que se acha intelectual de esquerda ou direita anda atribuindo o vazio ideológico da sociedade atual a Copa do Mundo no Brasil.
Se essa Copa fosse na Alemanha estava tudo certo, claro!
"O Brasil não pode ter uma Copa do Mundo já que é um país de merda", pensa a criatura invejosa vira-latas de quinta categoria de esquerda e de direita.
A falta de alegria de quem adora dar pinta com a miséria humana de dentro do seu conforto de classe média, mas sem mover uma palha para isso, se incomoda muito com o sorriso no rosto de quem é apaixonado por futebol.
A ausência de alegria é um sintoma de viralatismo.
Coxinha vira-lata metido a intelectual de esquerda ou de direita é um ser triste, invejoso e raivoso.
Pode reparar.
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quarta-feira, 25 de junho de 2014

O Paulo Coelho deveria vir aprender em Cusco

Um barezinho em Cusco vive de tomar susto.
O choque cultural e a altitude que dá Soroche, deixa as pessoas que visitam Cusco pela primeira vez, sem chão, com sensações nunca sentidas.
Isso pode ser interpretado pelo cérebro humano de diversas formas.
A mais comum é a interpretação mística das coisas e eventos, afinal, quem fica sob o efeito do Soroche aprende a rezar rapidinho.
A minha vinda a Cusco foi para ver a Festa do Sol dos Incas, Inti Raymi em quéchua, um festival religioso em homenagem a Inti, o deus-sol. Marca o solstício de inverno do hemisfério sul nos Andes. O local de realização da cerimônia é a fortaleza de Sacsayhuamán (a dois km deCuzco), no dia 24 de junho de cada ano.
Esse é um velho sonho hippie de adolescente correndo atrás dessa mágica mística que ainda guardo dentro de mim misturado ao meu cinismo pragmático adquirido com o tempo que luto para me despir.
Cusco vive cheia de pessoas do mundo inteiro que buscam se encontrar. É uma grande visão a mistura da velha cultura Quechua com a modernidade dos místicos com seus aparelhos eletrônicos fazendo fotos e postando nas redes sócias suas experiências místicas eletrônicas.
Ontem, durante ritual do Inti Raymi, o rei Inca invocou a presença do Deus Sol depois do sacrifício de uma lhama negra. Na hora em que o ator e professor universitário que faz o papel do rei Inca gritou pela presença do Deus Sol, o céu encoberto por nuvens se abriu em um clarão momentâneo de cegar os olhos como se fosse um truque de iluminação usado em teatro ou no Boi-Bumbá de Parintins.
Perguntei da guia turística responsável pelo nosso grupo como foi feito o truque.
Houve um instante mágico em todos e eu, um ateu, fiquei procurando onde estava o drone que ligou o efeito de iluminação.
Ai me veio a mente o pobre e miserável escritor oportunista metido a mago de nome Paulo Coelho que fez previsões catastróficas sobre a Copa do Mundo no Brasil, mesmo tendo pego carona quando o Brasil foi escolhido para ser sede da Copa durante o evento na Suiça onde o “mago” mora, e ter posado ao lado do Lula dando apoio ao evento.
Com a campanha da mídia brasileira contra o PT e contra a Copa do PT fazendo a cabeça da classe media Coxinha (ainda bem que não tem só a Coxinha) que se guia pela Rede Globo, o Paulo Coelho, que de bobo não tem nada, ficou atacando a Copa do Mundo no Brasil com previsões cataclísmicas apocalípticas.
Deu tudo errado, a Copa é um grande sucesso e só se um estádio for atingido por um terremoto que a Copa pode dar errado, mas não tem terremoto no Brasil.
O Paulo Coelho, o Mago Coxinha, deveria pegar umas aulinhas com os novos reis Incas aqui de Cusco.
Os caras fazem o sol brilhar a hora que querem.
Ainda vou descobrir o botão que ligou a porra!
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terça-feira, 24 de junho de 2014

Soroche e a mística do Cusco

Um barezinho nascido e criado ao nível do mar em uma cidade quente para chuchu chamada Barelândia quando sobe de avião de um sopapo só para outra cidade a 3.600 metros acima de nível do mar, com certeza vai sentir o Mal da Montanha, que em Cusco é chamado de Soroche.
Soroche é uma coisa medonha, a sensação de que o coração vai saltar pela boca, falta de ar, tonteira, ânsia de vômito e o escambau, acaba com a alegria do caboco barezinho empolgado quando chega as montanhas andinas.
Até ai um cara macho aguenta, se adapta e vai mascando folha de coca ou bebendo chá da paradinha.
Foda é ouvir nos bares de Cusco pessoas falando em língua estranha sobre deuses, força astral, mística, espiritualidade zen, e outros derivados do Soroche.
Com a fraqueza que o Soroche dá, o cabra se agarra em qualquer coisa.
Eu me agarrei no chá de coca e rezei para o meu glorioso São Jorge para me tirar da cova pois seria ridículo para um barezinho sangue puro ser enterrado em lugar tão alto.
Não posso beber cerveja nem fumar um cigarro que a porra do Soroche volta.
Aviso aos amigos navegantes barezinhos, Soroche está muito longe de ser Leseira Baré.
Leseira Baré é ótima comparada ao Soroche.
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quinta-feira, 19 de junho de 2014

O Jabor tira onda com a nossa cara

O Arnaldo Jabor, Principe dos Coxinhas Vira-Latas, falava mal da Copa do Mundo no Brasil dizendo que ela iria mostrar nossa incompetência e nossa desgraça brasileira. Lógico que se a Copa fosse nos tempos do PSDB, a conversa do Jabor seria outra, visto que ele é casado com a Suzana Villas Boas, jornalista da Rede Globo que é tambem secretária particular do Jose Serra, patrão do Jabor.
A Copa no Brasil se revelou um enorme sucesso.
Ontem, na maior cara de pau do mundo como sempre, falou da Copa e do craque Neymar como se fosse um especialista em futebol também.
Ou esse canastrão é um tremendo cara de pau ou acredita na falta de memória das pessoas.
Pior, na falta de inteligencia delas.
Aff!
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segunda-feira, 16 de junho de 2014

O sururu étnico e suas estranhas adesões na Copa

Enfim a Copa do Mundo no Brasil passou da fase do viralatismo da imprensa que por questões política ideológica acendia um vela pra deus e outra pro diabo. Uma hora queria a Copa porque dá grana e outra hora não queria porque quem trouxe foi o Lula.
Apesar da torcida do Aécio Neves pôr um tsunami que varra o PT e a Copa do PT juntos, se possível, nós todos sabemos que no Brasil não tem tsunamis, vulcão, maremoto nem terremoto e quem pensa que tem deve ser sequela de farinácea boliviana no balde.
A profusão étnica de uma Copa do mundo faz as preferencias irem surgindo.
Assisti a um caloroso debate no mural do Facebook de um escritor amigo onde ele embalado por cervejas se dizia muito puto porque tinha brasileiro torcendo a favor de europeus contra times sul-americanos.
Apareceu a Tese Ibero-Americana no caldeirão ideológico da Copa. A tese de que os brasileiros tem que torcer somente por países do México para baixo tudo é canela.
O engraçado que aparentemente isso é só no futebol, porque esse mesmo escritor amigo demonstra desprezo por Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia e Argentina no campo da política. Todos esses países tem viés de esquerda e na política ele é alinhadérrimo ao EUA e Europa, mas isso dá tese de doutorado em outros 500 anos de Brasil varonil.
Para aumentar o tamanho da tese étnico antropológica antropofágica movida a baldes de cachaça lancei a Tese Hemisférica que amplia para os países do hemisfério sul a torcida nativa.
Seria uma espécie de BRICS da Copa, sem a Russia .
Tipo, do México para baixo pegando a África junto, tudo é canela, tudo é Brasil.
Depois do movimento Não Vai Ter Copa ter virado Quantos Gringos Tú Pegou e engravidado de mais um loirinho alemão, de tudo pode acontecer nesse resto de Copa do Mundo nesse brasilzão de meudeusio.
Menos o tsunami do Aécio.
Tsunami no Brasil só se o cabra cheirar muita cachaça na bagaça.
Né não!
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sábado, 14 de junho de 2014

O Coxinha travou na abertura

O Coxinha típico odeia o Brasil e a Copa do Mundo no Brasil porque foi o Lula que trouxe.
Como o “Não Vai Ter Copa” dançou porque era urubologia e ideia de jerico, o Coxinha inventou mais uma.
Agora é a abertura da Copa que foi uma merda.
A abertura da Copa foi abaixo do que o Brasil merece e foi organizada pela FIFA, assim como tudo na Copa do Mundo.
Mas a bola está rolando e vamos ao que interessa.
O Brasil se vestiu de verde amarelo independente da preferencia política ideológica de cada um.
Ainda bem que o Brasil não tem terremoto, maremoto, vulcão, tornado e nem bomba atômica.
Se não o chato do Coxinha estaria torcendo para que houvesse alguma merda dessas para estragar a festa para justificar sua alma de cachorro vira-latas que acredita que tudo que é bom vem de fora e que o Brasil é o Haiti.
A cada gol marcado é como um chicote na alma do Coxinha.
Ôoooohhhh raça!
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sexta-feira, 13 de junho de 2014

O "Não Vai Ter Copa" vira "Quantos Gringos Tú Pegou?"

Por motivos óbvios veio a falecer a ideia de jerico do Não Vai Ter Copa.
Mas já que estava criada a lambança e foi muita energia desperdiçada a toa, a liderança do movimento realinhou a linha de procedimento do estatuto do movimento e liberou a galerinha para fundar o Quantos Gringos Tú Pegou?
Basicamente a ideia é a mesma, é dar pinta e se possível uns dois dedos de cu.
Os membros da novíssima agremiação estão concentrados pelas cercanias do Bar do Armando lá no Largo São Sebastião.
É só dar uma passadinha por lá que você vai ver umas figuras meio cabeludas hippies de boutique estilo new esquerdopata tudo caindo no frevo junto com a gringalhada.
No outro dia não pode nem sentar de tanta folia.
Também não lembra quantos gringos pegou.
A cada sentadinha é um gemido de dor.
Pode reparar!
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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Mick Jagger sacaneia a manifestação na Barelândia

A Barelândia é um caso a parte de toda a humanidade humana.
O caloroso povo Baré sua as bicas com o verão de empapar os ovos nesse calor horroroso que faz nas selvas equatoriais úmidas e quentes.
Mesmo assim adora dar pinta quando pode.
Espia isso.
A nova onda para dar pinta de diferenciado, vip, top ou Coxinha acima das outras pessoas normais é ser manifestante contra a Copa, disque!
Estavam meia dúzia de diferenciados, inteligentes e politizados manifestantes contra a Copa impedindo os trabalhadores de trabalhar lá pelas bandas da Arena da Amazônia gritando palavras de ordem criativas tipo “Queremos PlayStation 3 padrão Fifa já, não queremos Copa!”.
Todos suando feitos felas da puta no sol abrasador do meio dia da causticante Barelândia.
Quem passa e vê aquele sofrimento todo fica até acreditando no tamanho do vigor cívico do manifestante.
E eis que passa uma van seguida de vários carros e para na frente da manifestação, abre o vidro e um cara cabeludo pergunta “Where is the Arena of the amazon?”.
Todos ficaram olhando para o cabeludo apontando com o bico em direção a Arena, como é hábito na tribo Baré.
O vidro se fecha e o carro arranca lentamente no transito engarrafado pela manifestação.
Por conta do sol e da bendita Leseira Baré, a ficha da garota gostosa puxadora da manifestação só caiu uns dois minutos depois.
Com o megafone na mão ela grita “É o Mick Jaggerrrrrrrrr!!”.
Todos largaram os cartazes da manifestação e saíram correndo atrás do carro.
Não ficou um manifestante para o Helicoxinha do Globo News filmar.
Tão correndo atrás do carro que nem cachorro otário pelo sol quente até agora.
A ultima vez que foram vistos estavam correndo lá pelas bandas do Tropical Hotel, na belíssima Ponta Negra.
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terça-feira, 10 de junho de 2014

Manifestante vai ganhar carteira assinada

Todo trabalho é digno.
Tem reacionário de direita por ai que acusa de vagabundos e desocupados aquele profissional que passa a vida se manifestando contra tudo ou qualquer coisa.
Esses vão até para a Ucrania apoiar os neonazistas se manifestando.
Lá quem bancou foi o George Soros bilionário norte-americano colega do Aécio.
Suspeita-se que ele esteja também assinando a carteira de alguns dos manifestantes daqui.
Basta ter um trabalhador reivindicando algo que logo chega o profissional de manifestação para engrossar o caldo.
Geralmente eles trabalham para alguma agremiação política querendo espaço nas urnas, ou uma ONG gringa que trabalha pela paralisação dos países colonizados e pelo neocolonialismo ambientalista que é contra estradas, portos, hidrelétricas, desde que seja nas colônias, no país do patrão dele pode.
Também pode ser um profissional do sexo que só pega as minas em manifestação.
Todo mundo sabe que o coração das mulheres bate mais forte em manifestação, imagina o resto.
Esse profissional de manifestação geralmente tem dificuldade em arrumar trabalho no mercado normal, ele é especializado em manifestação e portanto como todo profissional, merece receber salários sim e ter carteira assinada com CLT e tudo.
O manifestante profissional tem que aproveitar o momento de ano eleitoral em que a Rede Globo tem até o Helicoxinha para apoiar manifestação doida para eleger o PSDB e reivindicar seus direitos.
Todo trabalho é digno.
Só não dá para encarar esse profissional como alguém idealista.
Ae nem fodendo.
Como diz o caboco lá pelas bandas de Oriximinã, e no cu, não vai nada não?
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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Helicóptero do Datena se choca com o Helicoxinha da Globo News

Em ano eleitoral o toba de quem trabalha com comunicação coça de dar comichão pensando na grana preta que rola solta oriunda dos desvios da corrupção, da falta de leis eleitorais que proíbam dinheiro de empreiteiras, de banqueiros e outros.
A Rede Globo fica louca por uma desgracinha qualquer para culpar o PT e assim influenciar o eleitor e colocar o PSDB no lugar.
Todo fim de tarde os canais de televisão e seus programas de jornalismo ideológico eleitoreiro estão com helicópteros ávidos por desgraças por todo o Brasil varonil.
A regra de que o controle remoto é a melhor arma contra uma imprensa ideológica não tem fundamento, porque se mudar vai piorando.
Do programa do Datena ao Globo News só dá helicópteros voando como urubus atrás de carniça.
Bonito seria ver o Urubu Prateado do Datena se chocar em pleno ar com o Helicoxinha do Globo News.
Iriam culpar o PT pela desgraça.
Por falar em helicóptero, e o Helicóptero do Pó preso pela PF com 500 quilos de cocaína pertencente aos Perellas, amigos e apoiadores do Aécio?
Esse nem o Datena nem o Globo News dão um pio. Treva total.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh se é de alguém ligado ao PT!
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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Copa “Quantos Gringos Tu pegou?” já começou

Quem comeu, comeu, quem não comeu não come mais.
Esse ano já deu.
Ninguém mais vai trabalhar algo que preste esse restinho de ano. Eu mesmo estou indo tomar uma puta de umas breja geladas no meio dessa tarde quente dessa quarta feira sem lei nessa Barelãndia quente que só os caraleo.
A Copa já começou e a temporada de caça aos gringos está explodindo no Facebook e WathAps.
As mina estão até apostando que vai pegar mais gringo durante essa Copa do Mundo.
O grande legado da Copa, se vacilar, vai ser um monte de bacuri nascendo lá pelas bandas de março, tudo ariano.
Quem tiver sorte pode ser levada para trabalhar de doméstica em alguma casa nos Alpes Suíços.
A cobra vai fumar e a periquita vai queimar nessa Copa.
Como diz o caboco, vai ter cheiro de chifre queimando nesse roçado.
Quer ver espia só!
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Bolsa Travesti vai incluir passagem pela TAP

A TAP, empresa aérea portuguesa, inaugurou voos diretos entre a Barelândia e Lisboa facilitando a vida do barezinho que está cansado de só ir para Miami comprar muamba.
Os voos estão custando em média R$ 2.800 a 2.900 ida e volta por pessoa, mais barato que passar o carnaval na Bahia.
Esses voos facilitam a volta dos nossos queridos travestis que na época das vacas magras no Brasil atravessaram o Atlântico para ganhar a vida na rica Europa. Alguns constituíram família casando-se com nativos europeus que agora estão desempregados pela crise que se abate sobre o continente.
O Waldemar, um travesti amigo meu que hoje se chama Goreth Garcia Marquez Pombal, foi levada da Barelândia para Lisboa por um português chamado Manuel que a conheceu em uma boate do centro da cidade.
Hoje vivem casados instalados em Lisboa, mas com a crise europeia, o casal está de volta a Barelândia onde pretendem abrir negócios. A Goreth vai abrir um salão de beleza e com a grana arrecadada pretende abrir uma padaria para o Manuel.
O governo brasileiro pretende instituir o Bolsa Travesti para resgatar mais e mais brasileiros que atravessaram o Atlântico sonhando em se tornar condessa de algum conde italiano, mas com a crise europeia, o conde não tem mais grana e o travesti vai ter que voltar e se possível trazendo o marido como mão de obra barata. Condes italianos não sabem fazer porra nenhuma, mas os haitianos também não sabiam e agora estão aprendendo vários ofícios aqui no Brasil varonil que tem emprego a dar com pau.
O Bolsa Travesti pretende incluir passagem só de vinda de Lisboa para cá e cursinhos no SEBRAE para o português aprender algum oficio fora padeiro e dono de boteco.
A vida não é fácil para quem retorna para a Barelândia depois de anos morando fora. A sensação de ter voltado para o quinto dos infernos é sentida logo na chegada ao aeroporto.
A recepção calorosa aqui é de fato verdade.
A pessoa já vai suando pela barriga e escorrendo pelos bagos.
E isso porque nem chegou agosto.
Nem o avião aguentou.
Vá fazer calor assim lá na casa dos caraleo!
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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Ninguém é fresco dando só três vezes

Uma biba anarquista amiga minha já dizia “O cara dá o cu três vezes e já pensa que é fresco”. De acordo com a lenda urbana tem que dar mais de três vezes para se auto proclamar fresco.
Em ano de eleição aparece de tudo no mural facebookiano.
O PT é governo e por isso apanha pelo que fez e pelo que não fez.
Os Coxinhas odeiam o PT desde a tenra idade porque a mãe da pobre criatura largou o indefeso menino na frente da televisão e como a televisão brasileira é controlada por pessoas que trabalham para os patrões, batem de manhã, de tarde e de noite em qualquer partido de origem trabalhista.
Portanto, o Coxinha Clássico, filho da classe média que deve ao PT a sua ascensão social, hoje cospe no prato que come e culpa a Dilma pela merda desse Brasil tão diferente de Miami onde ele vai fazer compras com a família.
Mal ele sabe que há dez anos atrás só quem ia fazer compras em Miami era a elite paulista da turminha da Hebe Camargo. O resto ia era pro Paraguai e olhe lá.
Hoje até o porteiro do condomínio vai tirar onda em Miami e isso, exatamente isso, que dá ódio no Coxinha Clássico. Ver o porteiro e a família no mesmo avião que ele ir comprar Ipod em Miami.
“Malditos Petralhas”, pensa o Coxinha Clássico.
Voltando a história do cu três vezes, além do Coxinha Clássico tem o Coxinha de Esquerda aglutinado nas universidades públicas onde finge que estuda ocupando vaga de outros afim de estudar fazendo política partidária contra o PT, o partido que garante que a universidade continue pública e se expandindo.
O Coxinha de Esquerda não aguentaria meio pau de arara que a Dilma aguentou que se cagaria todinho no meio das calças e entregaria até a mãe dele de quem ele fala muito mal porque não deu um Ipod pra ele.
Esse Coxinha de Esquerda enche a boca pra falar em Facoult e não sei o que não sei o que lá tentando impressionar as minas em manifestação inventadas pelos tiozinhos esquerdoides do PSOL que andam de mãos dadas com o DEM para desancar o PT do poder, PT que garante a universidade pública que o Coxinha de Esquerda finge estudar.
Esse tiozinho esquerdoide do PSOL não aguentou metade dos chutes no saco que a Dilma aguentou e pediu penico e foi fundar um partido abrigado dentro de campus universitários onde a polícia não pode arrancar ele de dentro.
Essa é a Esquerda Acadêmica do Vai na Frente Que Depois Eu Vou.
Tudo no cu dos outros é refresco.
O Coxinha de Esquerda formado por essa academia, dá o cu três vezes e já pensa que é fresco, olha já!
Vai ter que comer muito feijão ou dar muito esse cu pra ser fresco, mano véio!
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Ruan Carlos, enfim, calastes

O Rei Ruan Carlos da Espanha abdicou depois de fazer um monte de cagadas, se meter onde não devia e gastar o que não podia. Em plena crise econômica europeia com a Espanha mau das pernas com taxa de desemprego beirando os 48%, o rei espanhol resolve gastar uma puta grana em um safári africano para matar elefantes indefesos e ainda faz fotinha e posta no Facebook. Nem o honorável Mazzaropi faria uma lambança dessas.
Até os travestis brasileiros que atravessaram o Atlântico para casar com espanhóis machos pra caramba, estão voltando para o Brasil trazendo na bagagem os maridos espanhóis desempregados. O plano é abrir restaurantes de paeja.
Na Cúpula das Américas onde o rei espanhol era convidado barbie, café com leite, que não apita nada, mandou o Hugo Chavez calar a boca de falastrão. Mandou um sonoro “Chavez, porque no te calas?”.
A grande mídia monarquista jegue tupiquim brasileira adorou ver um rei mandar um falastrão da esquerda sul americana calar a boca.
Uma delícia para as almas cucarachas vira-latas da nossa grande imprensa que sonha com a volta da monarquia (Vem dai o ódio ao partido trabalhista que representa os trabalhadores).
Pode reparar como os olhinhos dos ancoras de jornal da Rede Globo brilham quando dão notícias sem noção sobre a monarquia europeia. Desde um simples passeio por Hon-Kong ou um jantar em Manhattan, tudo vira escândalo na imprensa cucaracha monarquista.
Agora, o rei falastrão abdicou sob acusações de envolvimento em casos de corrupção de bilhões.
São poucos os países que ainda tem monarquias.
Reis e rainhas são bichos em extinção desde a Revolução Francesa.
No Brasil tem um remanescente da época da monarquia que insiste em sobreviver.
A figura do colunista social acabou na França junto com a monarquia no século 18, mas no Brasil, por culpa da abundância da natureza, do sol, da riqueza natural, essas criaturas sobrevivem e se reproduzem.
Sem a figura do colunista social, como é que o novo rico iria se sentir diferenciado, vip?
O Coxinha é uma herança desse pensamento monarquista do “diferenciado”, por isso ele enche a boca com orgulho da sua inteligência quando diz “O Brasil é uma merda!”.
Tem gente que dá a prega rainha para aparecer em coluna social só para ser “diferenciado”.
Pode reparar!
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domingo, 1 de junho de 2014

A Amy voltou mais Tirana

A Amy andou sumida da boleia do meu caminhão virtual do game Euro Truck Simulator 2, um simulador que coloca o tiozinho desocupado em viagens a bordo de um caminhão entregando cargas pela Europa. O jogo permite sintonizar em web-radios europeias e tenho atração por línguas exóticas, tanto que não aprendi a falar português nem inglês de tão comuns que são.
Quando sintonizei na web-radio Znickbeat, uma rádio da Polônia eclética que só toca música excelente de diversos países, começou a tocar uma musica linda em português, uma cantora maravilhosa cantando uma canção completamente estranha para mim. Quando acabou a musica, o dj polonês começou a falar polonês e eu só entendi Karine Aguiar amazonian music não sei o que não sei o que lá.
Fiquei orgulhoso para caraleo de ouvir em uma radio da Polônia que só toca classe A uma cantora da Barelândia.
Cantei de alegria a canção mas logo em seguida me veio uma tristeza sem fim junto com uma saudade grande do meu país.
Parei no acostamento da estrada que sai de Tirana, capital da Albânia. Estava levando uma carga química para La Rochelle na França e não queria dirigir meio que baratinado de sentimentos confusos.
Nesse estado de espirito que me aparece novamente o meu encosto preferido.
A Amy sentada ao meu lado na boleia perguntou que tristeza estranha misturada com alegria e saudade era essa que eu estava sentindo.
Falei que tinha decidido voltar para o Brasil para ver a Copa do Mundo de dentro do meu país e que ouvir a Karine Aguiar cantando em uma rádio que só toca classe A da Polônia tinha me enchido de orgulho, mas ao mesmo tempo de tristeza por constatar que o Brasil está tomado por um monopólio midiático controlado por cinco famílias da elite medíocre que se apossaram da grande mídia brasileira durante a ditadura militar, e essas famílias acabaram com a música brasileira nas grandes rádios, em uma tentativa muito bem sucedida de tornar o povo brasileiro um povo sem raiz, sem política, sem música, e se tiver música que seja uma música de corno que só fala de baixa autoestima, sacanagem e sexo vulgar.
Por esse motivo uma cantora como a Karine Aguiar é reconhecida na Europa e toca em rádios como a web-radio Znickbeat, uma rádio da Polônia eclética que só toca música excelente de diversos países e não toca em nenhuma rádio da Barelândia, sua terra natal.
A Amy olhou cheia de ternura para mim e disse que queria vir para o Brasil comigo ver a sua Inglaterra jogar na Barelândia e que eu tocasse o caminhão e engolisse o choro.
“Entre Tirana na Albânia e La Rochelle na França tem muito chão, liga o radio e quem sabe vamos ouvir Karine Aguiar de novo”, disse ela.
O Amy voltou mais tirana que antes.
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