Um blog de crônicas da Barelândia para o mundo!

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Petrobrax versus Petrobrás brigam pelo Pre-Sal

De acordo com e-mail entre o Jose Serra e a embaixada do EUA no Brasil vazado pelo site Wikileaks, Petrobrax era como se chamaria a Petrobrás caso ele ganhasse a eleição e a estatal brasileira fosse vendida para a Chevron, petroleira do EUA.
Ainda bem que deu a Dilma e a Petrobrás e o Pre-Sal continuam sendo patrimônio dos brasileiros.
A Petrobrás é a joia da coroa depois da descoberta dos bilhões em petróleo no fundo do Oceano Atlântico pertencente ao Brasil varonil.
A invasão do Iraque por petróleo custou muito caro para o EUA, tanto político quanto financeiramente. O petróleo tem sido a causa das guerras durante todo o século passado e vai continuar sendo durante muito tempo.
Essa briga em ano eleitoral tem o Pre-Sal como componente.
Por isso a oposição ao governo do PT que insiste em não privatizar a empresa abriu uma CPI da Petrobrás para abrir caminho para uma possível privatização futura, caso ganhe as eleições.
Por isso o The Financial e a Standard & Poor’s entraram na briga diretamente sacaneando o Brasil sempre que podem e mentindo sistematicamente sobre a economia brasileira, mesmo contrariando dados de organismos mundiais sérios.
As mega-corporações do mundo do petróleo estão de olho no Pre-Sal que possivelmente seja a maior reserva de petróleo já descoberta, e o The Financial e a Standard & Poor’s são parceiros desse grande capital mundial e um governo trabalhista como o PT atrapalha os planos de lucro.
Até o prêmio Nobel da Economia, Paul Grugman elogiou os fundamentos da economia brasileira enquanto a Miriam Leitão diz na Rede Globo que tudo está uma merda.
Vai ver o Paul Grugman deveria pegar umas aulas de economia com ela.
A Rede Globo e o PSDB tem interesses bilionários no Pre-Sal ajudando na privatização e com isso todo mundo leva o seu.
Esse ano eleitoral vai ter a turma da Petrobrax sacaneando a Petrobrás.
Haja estomago para aturar esses bandidos.
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quinta-feira, 27 de março de 2014

Cérebro de maracujá eletrônico

O tempo é irmão quando se sabe surfar nele e a morte é um impulso primitivo que encarada de frente torna a vida um processo mais leve.
A lenda urbana que diz “Na vida você pode escolher entre ser o arco, a flecha ou o alvo” fala de livre arbítrio, escolhas que o mortal sem noção de porra nenhuma pode ir tomando no percurso da sua existência marromeno.
A melhor escolha, me parece, é ser a flecha voando em direção ao desconhecido, sem pressa de chegar ao alvo, pois o alvo é o fim da viagem.
Divagando sobre flechas e alvos me pego em uma sala do Joãozinho Lucinho, ala infantil do Hospital João Lucio que fica na zona leste da Barelândia, área da cidade com mais problemas sociais por ser a mais povoada e uma grande favela sem esgoto, sem calçadas e ser vista somente como um grande celeiro de votos para políticos oportunista surgidos de programas de televisão policialesco de quinta categoria onde pobres são filmados apanhando da polícia por terem roubado galinha.
Entre um camburão e outro desovando pobres baleados pela polícia eu chego a sala da neurologista que vai analisar uma tomografia que fiz no próprio hospital para ver se a cegueira momentânea que ando tendo quando tomo banho é fruto de algo no cérebro.
A primeira coisa que ela disse quando viu minha tomografia foi que meu cérebro é de maracujá, enrugado, tipo cérebro de pessoa de sessenta anos, mas que estava em ordem, sem problemas maiores. Tenho somente 52 anos, faltam oito para sessenta e ainda bato um bolão. Disque!
Falei para a neurologista que passei parte da minha vida ingerindo substancias que matariam um cavalo.
Ela disse “Está explicado”.
E eu disse “É, mas eu já enterrei um monte de neguinho”.
Sai morto de felicidade doido para bebemorar a boa notícia de que meu cérebro é de maracujá eletrônico e não tenho nada além do que pressão alta.
Quanto a flecha voando em direção ao alvo, que o alvo se foda!
O vento batendo na cara é o que importa.
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sexta-feira, 21 de março de 2014

Entrevista com o Marcola

O chefe do PCC que atende pela alcunha de Marcola está fazendo mais sucesso no Facebook que os tucanos, seus criadores.
O Primeiro Comando da Capital é a única herança do PSDB depois de 22 anos governando São Paulo, o estado mais rico da União.
Uma entrevista fake com o Marcola atribuída a Folha de São Paulo é mais uma das grandes montagens que papocam viralmente pelo Facebook todos os dias.
Essa entrevista é uma invenção escrachada pelo fato que nem a tendenciosa Folha de São Paulo teria permissão para entrevistar preso em presidio de segurança máxima.
Só trouxa dá confiança para esses bagulhos idiotas.
A entrevista é uma ode ao pensamento direitista que classifica o Brasil como um país de bandidos, tomado pela horda de corruptos, prostitutas, ladrões e que não tem solução, o caminho que se abre é uma ditadura militar, claro, com a mesma elite em cima governando e os pobres aqui embaixo obedecendo, porém sem votar.
Uma delícia de ditadura.
A gente sabe quem é que lança esse tipo de lixo.
Alguns atribuem ao Arnaldo Jabor pela ferocidade com que elege seus alvos em sua indignação seletiva, já que é assalariado e casado com a Suzana Villas Boas, secretária do José Serra.
Toda casa tem um rato.
Na minha andava aparecendo uma família inteira de ratos vindos da rua.
Testei vários tipos de veneno até que consegui matar a matriarca da família. Ela apareceu semana passada morta no rego de água servida que desce pela rua dessa Barelândia que pensa que é Curitiba.
Sobraram os filhotes que ficaram órfãos zanzando pela casa atrás de comida, tadinhos.
Essa intimidade toda vai criando laços de amizade, tanto que comecei a chamar uma das catitas de Marcola.
Se o Marcola não morreu a noite passada com a enorme quantidade de veneno que espalhei pela casa, estou pensando em entrevistar ele.
Perguntar sobre a vida dura de um órfão indefeso em um mundo de pessoas tão más e desumanas.
Depois posto no Facebook e vejo quantos trouxas vão acreditar em rato que fala.
Periga ser um monte.
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terça-feira, 18 de março de 2014

Um Habbib’s em um Porto de Lenha

A Crimeia fica longe pacas da Barelândia. Não dá para ir a pé porque tem o Oceano Atlântico entre o Brasil e a Europa.
Melhor não pensar muito na Crimeia.
O que aconteceu na Crimeia está acontecendo aqui ao lado na Venezuela e no Brasil. A modalidade de intervenção imperial é a mesma.
Via internet, através de “fundações” tipo Instituto Millenium e com a ajuda da “grande mídia” o poder imperial do EUA vai ditando seus desejos e quem não obedece é derrubado por manifestantes encapuzados vestidos de preto.
Na Ucrânia são neonazistas, no Brasil vai sair a Marcha Para a Família e a Liberdade que quer a volta do fascismo militar e da ditadura.
Na Ucrânia, o EUA só esqueceu de combinar com o Grande Urso adormecido ao lado.
A Rússia tem poder de destruir todas as grandes cidades do EUA com seus misseis atômicos além de ser o maior credor da dívida pública do governo do EUA junto com a China.
Por mais que o Obama esperneie por ter feito uma merda em apoiar neonazistas para derrubar um governo eleito democraticamente pelo voto popular e ter dado a Rússia o motivo para anexar a Crimeia, agora já era.
Estamos vivenciando o realinhamento da nova ordem mundial, as peças do tabuleiro se mexeram.
O EUA vai continuar espionando os países, percebendo seus movimentos por dentro da internet, atiçando grupos minoritários de descontentes para manifestações muitas das vezes violentas, a grande imprensa tipo Rede Globo criada pela CIA dá o apoio e a cobertura necessária e assim vai desestabilizando democracias e evitando a concorrência.
Sai mais barato fazer intervenção assim do que fazer como no Iraque.
O Jô Soares, apresentador e astro conservador da Rede Globo, na sua reestreia anual deu voz ao vivo a Henrique Caprilles, um filho da elite venezuelana que não respeita o voto da população venezuelana que elegeu o Maduro.
Essa gente não respeita a vontade popular e o voto alheio.
E sábado sai a Marcha Para a Família e a Liberdade aqui nos trópicos tropicais do Brasil varonil.
Quando essas zelites cucarachas tupiniquins não ganham no voto para governar alinhadas com os interesses do Grande Pai Branco do Norte (EUA), elas tentam ganhar no grito e no golpe midiático e através de grupos de manifestantes com total cobertura da imprensa.
E enquanto isso na Barelândia uma mulher intolerante acusa os barés de serem comedores de peixe e descascadores de tucumã.
Isso na fila do Habbib's.
A louca come Habbib's e se acha.
A intolerância na fila do Habbib's de uma cidade a beira do belíssimo Rio Negro longe da Crimeia virou manchete nacional.
Eis o poder da rede.
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sábado, 15 de março de 2014

Só come Habbib’s e se acha

A Barelândia está novamente em pé de guerra, com tacape na mão e pintada para a guerra.
Tudo porque uma louca viciada em Habbib’s perdeu a noção no balcão do drive-true da lambança sem graça por conta da demora no atendimento.
Ela xingou a tudo e a todos chamando os funcionários de comedores de peixe e descascadores de tucumã esquecendo que em todo canto agora tem câmera filmando.
Eu não sei o que uma pessoa viciada em Habbib’s quis dizer com isso.
Uma pessoa que perde a cabeça porque o Habbib’s dela demorou e sacaneia quem come peixe e tucumã só pode estar com o cérebro totalmente destruído pela prática do uso dessa droga pesada chamada Habbib’s.
Imagino se fosse no balcão de venda de cocaína. Era capaz da louca esfaquear alguém.
No auge da alucinação pela ausência da droga, a usuária xingou a cidade no atacado.
Tudo bem que a Barelândia é uma cidade sitiada, que há gerações é administrada por um grupo de políticos corruptos e incompetentes que transformaram a cidade em uma cidade caótica, sem civilidade, sem calçada, sem transporte público decente, em condomínios fechados cercados de favelas com água servida fluindo pela rua e igarapés poluídos.
A gente que é barezinho sabe de tudo isso, mas ninguém atura que uma nordestina cabeça-chata ou um sulista venha passando fome para cá e fique xingando nossa amada Barelândia.
E xingar principalmente nosso peixe e nosso amado tucumã.
Ai alto lá!
O pior de tudo é que a viciada come uma porcaria de Habbib’s e se acha.
Né não?
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quinta-feira, 13 de março de 2014

Vai tomar no teu legado da copa

A palavra da moda é “Legado da Copa”.
Todo dia algum “jornalista” ou “articulista” ou “marqueteiro” inventa no luxuoso escritório em que habita, um termo novo para ser bombado na grande mídia monopolista.
E o que era uma expressão de morro, uma gíria de rua de porto, vira uma palavra chic, uma palavra top, um não sei o que não sei o que lá.
Com a Copa do Mundo no Brasil o termo enguiçado na boca do modismos tupiniquim é “Legado da Copa”.
No meu tempo de menino no saudoso Bairro da Gloria, território de bucheiro da insólita Barelândia, legado da copa era aquele cara que de tanto dá o toba ficava todo legado da copa dele.
Tanto que não podia nem sentar no dia seguinte.
Hoje, um cara que para na calçada com o seu carro sem se importar com os pedestres, como faz todo boçal, enche a boca para falar em “Legado da Copa” porque ouviu isso no Globo News.
O mal educado não sabe que não vai ter copa que dê jeito na sua falta de cidadania.
Um cara que vive pondo no legado da copa dos outros, nem que o Pedro Alvares Cabral redescobrisse o Brasil varonil veria algo mudar por causa de uma Copa do Mundo.
Por isso sempre que ouço “Legado da Copa” só lembro da biba do Bairro da Gloria que adorava levar no meio do legado da copa.
Ôôôhhh raça!!
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terça-feira, 11 de março de 2014

Elefante Branco procria Vira-Latas

A Copa do Mundo de Futebol no Brasil está causando surto nas pessoas com Complexo de Vira-Latas.
Qualquer publicação na imprensa estrangeira que seja negativa em relação a Copa no Brasil, o brasileiro Vira-Latas surta, ladra, baba e morde.
O brasileiro com Complexo de Vira-Latas não precisa de ninguém para depreciar o Brasil.
Ele e seu complexo se encarregam de elevar o Brasil a categoria de Haiti.
A imprensa do sudeste por sua vez acha que tudo que é na Amazônia tem a ver com índio, jacaré e malária.
A Arena da Amazônia ficou linda e pode ser palco de shows, evento de UFC já que o maior campeão por peso é o amazonense José Aldo, o futebol local pode receber injeção das empresas do Distrito Industrial e se tornar algo que dê para assistir.
Espaço de sobra existe para fazer tudo isso.
O legado da Copa do Mundo poderia ser muito mais profundo que somente o concerto de ruas. O projeto do metrô de superfície bem que podia sair do papel com vontade política para tentar começar a remediar o grave problema de transporte público da Barelândia.
Poderia também fazer um grande projeto de saneamento básico para a cidade e despoluir seus igarapés para se tornarem futuramente vias de transporte fluvial. Ideias não faltam.
Falta vontade política, porque agora durante a Copa até dinheiro tem.
Com certeza a Arena da Amazônia não vai ser um Elefante Branco como querem alguns pessimistas.
Se não rolar nenhuma dessas melhorias citadas, dá para abrir uma clínica de recuperação para pessoas com Complexo de Vira-Latas surtadas com a Copa do Mundo no Brasil.
Já seria um legado e pode dar a maior grana um negócio desses.
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Tiozinhos que estão no game

A gente que virou tio lá pelas casas dos trinta e poucos anos, quando chega aos cinquenta já acostumou a não ter mais nome. As pessoas na rua te tratam “ei tiooo!”.
Foda vai ser quando for “Eii vovô!”
Apesar disso, quem passou a vida sendo insubmisso, pisando na jaca e na goela dos otários para poder ser independente e não se alinhar ao sistema nem com a merda da sociedade mediana, que lia o poeta, contista e romancista Henry Charles Bukowski Jr., e se achava super independente futebol clube, que ia no vernissage literário no Bar do Armando no lançamento de mais um livro do genial Simão Pessoa só para se inserir no Manual do Canalha, sabe o quanto é difícil a vida de quem rema contra a maré.
Depois de véio, mano véio, a gente aprende que a independência não tem nada a ver com os outros, nem em segurar bandeiras, nem em se ferrar todinho só para dizer que pegou chuva e achar que ser feliz é coisa de trouxa.
A liberdade exige disciplina, como diz o poeta baitola Renato Russo.
Hoje a minha vida está completamente misturada com as redes da web apesar de ser tiozinho e não ser da Geração Y.
Depois de tanta overdose de álcool e outras drogas, a droga virtual entra que é uma beleza.
Além do meu trabalho completamente executado dentro de computador, mas com origem no meu cérebro sequelado, adoro games para relaxar.
Ando jogando o Euro Truck Simulator 2, um jogo estilo simulador onde você é um caminhoneiro que percorre a Europa levando cargas entre as cidades, ganhando dinheiro e comprando garagens e caminhões e ficando cada vez mais rico.
O jogo é um dos melhores simuladores do ramo e você se sente dentro da cabine de um caminhão percorrendo a estrada. Isso é um sonho atávico de todo tiozinho woodstokiano meio que riponga que embora tenha virado yuppie nunca esqueceu desses sonhos.
O bom do jogo é que tem rádios web da Europa inteira para escolher a música que vai lhe acompanhar pelas estradas.
Achei uma rádio web chamada Prague Rock que toca só clássicos do rock.
Uma radio de Praga, capital da Republica Tcheca.
Porém, de 10 musicas que toca, umas três são brasileiras e não são o que pode se chamar de rock.
Entre um Led Zeppelin e um Bad Company, ouço do nada, um Djavan, um Lenine, um Chico Buarque, um João Bosco, um Tom Zé, até um Jards Macalé a rádio tocou em uma noite chuvosa.
Chuva no simulador, claro.
Vendo isso dá para pensar que é proposital o fato de quem controla o monopólio cultural brasileiro e é dono das redes de rádio e tv lança merda sobre merda a cada ano de proposito, só para embrutecer o coração e a mente do brasileiro.
Quer que o coração brasileiro em vez de bater o melodioso tum, tum, tum bata o horroroso lepo, lepo, lepo.
Ai tá foda!
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sexta-feira, 7 de março de 2014

A origem do cucaracho reacionário

O discurso raivoso pseudo intelectual que se ouve nos botequins frequentados pela classe média da Barelândia é o mesmo que se ouve nos Jardins Paulistas.
Esse fenômeno da pasteurização de pensamento tem uma única fonte.
Globo News, seus colunistas, seus economistas e seus sociólogos.
Pode reparar.
Da fila do banco, ao supermercado e a mesa do boteco, a raiva contra o PT beira a hidrofobia.
A grande imprensa brasileira assim como de toda a América Latina é propositadamente planejada para ser monopolizadora. Do México para baixo existem grandes conglomerados midiáticos pertencentes a meia dúzia de famílias das elites escravocratas alinhadas ao pensamento do grande capital mundial alojado no EUA.
Qualquer partido de origem trabalhista como o PT que chegue ao poder, do México para baixo, é caçado sumariamente por essa grande mídia que representa os banqueiros e o grande capital.
Com ou sem crime, com ou sem prova, quem afrontar esses interesses vira vítima dessa chamada “grande imprensa”.
No Brasil não é diferente.
A Rede Globo, a Folha de São Paulo, a revista Veja, o Estadão, todos apoiaram a ditadura militar que durou 30 anos no Brasil, e todos ficaram ricos com ela.
Hoje, apesar da democracia brasileira ter eleito por três vezes um partido de origem trabalhista, essa “imprensa” é a oposição mais feroz a esse governo, e nesse processo vale calunia, desinformação, terrorismo midiático, boatos falsos sobre a economia para dar lucro ao banqueiro, vale tudo.
Aliado a um judiciário sabiamente orquestrado para dar ar de legalidade aos seus desejos de governar sem ter um voto sequer, essa “imprensa” criou o Mensalão do PT que já dura dez anos e não sai do noticiário.
O Mensalão do PT é a notícia enguiçada da década.
Todo dia ela fala do Mensalão do PT e do PSDB nada.
Lembrando que o PSDB é o partido que representa esse grande capital e os banqueiros.
A imensa nova classe média que vai adquirindo bens de consumo como televisão de LED, carro japonês, casa e apartamento, viagens para Miami fazer compras, televisão a cabo que pega Globo News, com o tempo vai se envenenando com as notícias do Globo News e Jornal Nacional.
E não importa se essa imensa nova classe média tenha sido alçada a esse novo patamar social pelas medidas acertadas do governo trabalhista.
Do Mau Dia Brasil ao Jornal das Trevas da Rede Globo, só o que se ouve são notícias que o Brasil virou o Haiti e que o Mensalão do PT está a todo dia assombrando os lares.
Os economistas do Globo News feito a Miriam Leitão dizem há dez anos que a Petrobrás vai falir, tentando forçar o governo a vender a empresa para a Chevron do EUA.
Em 2013 a empresa faturou 23 bilhões de dólares, abaixo do que seria normal, pois vivemos em um mundo em crise, mas muito longe de falência.
O problema do monopólio midiático é que ele faz a cabeça da velhinha de Taubaté para vender sua ação da Petrobrás adquirida há anos atrás.
E quem compra essa ação é algum investidor da turma do Globo News.
Isso, em qualquer democracia moderna do mundo, é crime econômico e passível de cadeia.
Aqui não!
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quinta-feira, 6 de março de 2014

Nebraska é na Barelândia

Vi o filme Nebraska indicado para o Oscar.
Não me empolgo muito por indicações ao Oscar e nem a Nobel, mas baixo filmes de acordo com meu interesse despertado. Falo “baixo” porque faço download pelo Pirate Bay com muito orgulho e com muito amor.
O filme é sobre a relação dos filhos com os pais já velhos e fora do game e sobre o amor, compaixão e respeito que se deve ter por eles.
Quando a gente envelhece a gente vai se enchendo de manias, tiques e vontades como se estivéssemos voltando a ser crianças.
De fato, a medida que a gente envelhece, a gente vai ligando o botão “Foda-se” como toda criança faz.
O dever de quem tem a sorte de ter pais vivos que já ligaram o botão “Foda-se” é ficar de olho neles com muito amor para que não se machuquem, mas não deixar que esse amor estrague o “Foda-se” deles.
O lance é aprender a pirar com os velhinhos e com as crianças.
Fora desse intervalo de tempo a gente só é um trouxa que acredita em meias verdades.
No Nebraska ou na Barelândia, a vida só vale ser vivida de olhos bem abertos para cada segundo do que realmente importa.
A vida não tem o botão CTRL-Z.
Mas tem o “Foda-se”.
Aperta ele.
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domingo, 2 de março de 2014

A Banda do Cacique Barezinho não tem hidrofobia

Sai nesse domingão chuvoso a Banda do Cacique Barezinho cheia de galhardia e esplendor.
Na frente da banda abrindo alas vão os três travestis banidos da Gavião da Fiel que homenageou o Ronaldinhoooo Fenomenooooooo do Galvão mas esqueceu de convidar os três travestis que fizeram parte de vida do homenageado.
Por causa desse esquecimento preconceituoso a Banda do Cacique Barezinho resolveu homenagear os três.
Afinal de contas, a banda é um festival de democracia.
Na banda pode tudo.
Pode homem como homem, mulher com mulher, mulher e homem fumando cachimbo da paz, pode ser feliz, só o que não pode é gente com hidrofobia mensalitica.
O pior tipo de chato é aquele trouxa que acredita no Mentirão do PT plantado pela mídia conservadora de direita chefiada pela Rede Globo que fica destilando ódio seletivo por onde vai.
Quer acabar com a noite desse hidrófobo é falar “Mensalão” no ouvido dele.
A baba escorre.
E baba é o óoóóhhhh!
Portanto, a Banda do Cacique Barezinho só tem restrição a hidrofobia.
O resto pode!
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